O mundo nos meus olhos fechados
É beleza na minha mente sedada.
A distração dos meus pensamentos sarados
É caminhar da minha alma alada.
A minha ignorância das cores do mundo,
Natural, passo o tempo a sonhar.
O céu não é lilás, mas eu sempre confundo.
E as nuvens não são para alcançar.
Não sei o que é conhecimento, por conhecer o desconhecido,
Por ser familiar com o que passou e foi esquecido.
Não sei o que é finidade, por me estender pelo onirismo,
Por ser fraterno do irreal fatalismo.