Na dormência do crepúsculo de um conforto citadino,
Vejo como se deslocam os carros em jeito de peregrino,
Vejo as casas e os seus tons de um mundo desconhecido,
Vejo o prenúncio da noite no candeeiro acendido,
Vejo as linhas do elétrico pelas quais não escrevo direito
A poesia da cidade que é músculo do meu peito.