O exercício da consciência que nunca tem razão
Na luta eterna com a racionalidade da locomoção.
Juntos na guerra amada, o físico e o imaginado,
Enquanto o céu se apaixona por este combate bailado.
Nas armaduras de ouro, os próprios reflexos de vitória
Nos ataques desenhados, os próprios gritos de glória
E no chão é pintado Picasso com o sangue da imaginação,
Enquanto a matéria mata a consciência, certeiro no
coração.
Arrependido da sua louca doença de razão,
Acolhe-a nos seus braços de terreno artesão.
Pinta a sua cara com o seu sangue imaterial,
E morre por desejo sobre a consciência mortal.
Caem sobre o campo de batalha e formam a criação.